As lives foram um dos formatos de maior sucesso durante o começo da pandemia do novo coronavírus. Para se aproximar do público e suprir a ausência do espaço físico, cantores, artistas, influenciadores e até mesmo igrejas fizeram inúmeras transmissões ao vivo em plataformas de streaming e redes sociais. Com o passar do tempo, porém, o fenômeno perdeu a força. 

Dados do Google Trends, ferramenta que monitora pesquisas na internet, mostram que a procura pela palavra-chave “lives” começou a cair a partir de maio, quando já era possível notar redução de 20% nas buscas. 

A curva de interesse continuou caindo em junho e julho, mês em que a popularidade das transmissões ao vivo veio ladeira abaixo. As pesquisas pelo termo chegaram a ser 67% menores do que em abril, auge da audiência do formato. Em setembro, as lives mal deram sinal de vida: as buscas por esse formato no Google foram inexpressivas, conforme mostra o gráfico abaixo.

Curva de busca pela palavra-chave 'lives' no Google de janeiro a setembro de 2020
Curva de busca pela palavra-chave ‘lives’ no Google de janeiro a setembro de 2020. Reprodução/Google Trends

A diminuição no interesse pelas lives é, à primeira vista, interpretada como resultado do lento processo de retorno às atividades, após cerca de quatro meses de isolamento social. Mas as explicações não param por aí. 

A queda na busca pelas transmissões ao vivo aponta, sobretudo, para o cansaço com a fórmula. Se no início as lives eram uma forma de se comunicar com o público e fortalecer relacionamentos em um período de dúvida e crise, com o passar do tempo elas se tornaram mais do mesmo. As pessoas, mesmo as que estavam em casa, ficaram saturadas.

O que as igrejas podem aprender com a queda na procura por lives?

A queda na procura pelas lives revela a importância de diversificar o conteúdo. Por mais que um formato esteja fazendo sucesso, é preciso usá-lo de forma estratégica, e não só porque “está na moda”. Até mesmo as tendências mais oportunas podem fracassar e saturar o público se mal exploradas ou usadas em excesso.

Outro ponto interessante é que, com a queda na procura pelas lives, caiu também a oferta de transmissões desse tipo. Isso mostra que a igreja não pode basear a comunicação com os membros e visitantes – muito menos o relacionamento com eles – em um único recurso midiático, ainda mais se a entrega do conteúdo estiver sujeita às regras de distribuição e aos algoritmos das redes sociais.

Pense: se o algoritmo do YouTube, por exemplo, não mais interpreta as lives como um conteúdo potencialmente engajante para as pessoas que você quer atingir, é menos provável que o site notifique os usuários de que você está ao vivo naquele momento. Sem autonomia sobre a distribuição de conteúdo, a conexão com as pessoas é comprometida.

A importância dos canais proprietários

É por isso que nós, da inChurch, acreditamos que as redes sociais devem ser apenas meios de evangelismo, capazes de despertar a atenção das pessoas e atraí-las para canais proprietários, como site e aplicativo. 

Com os apps desenvolvidos pela inChurch, por exemplo, você pode enviar notificações de push para os usuários assim que uma transmissão ao vivo for iniciada. Com texto totalmente personalizável, esses alertas garantem que todos serão avisados, no exato momento do envio, que a sua igreja está fazendo uma live. 

Além disso, trata-se de um recurso que, de forma rápida e prática, maximiza o engajamento do usuário em 88%, segundo dados da Invesvp, empresa especializada em marketing digital. Os números mostram ainda que as notificações de push podem aumentar a taxa de retenção do app em três a dez vezes. 

Por que a busca por lives caiu?

As lives feitas a partir de sites e apps desenvolvidos pela inChurch contam também com a tecnologia multiplicadora de audiências. Já adotada por instituições como ONU e Unesco, ela permite criar uma rede de transmissões ao vivo em múltiplos canais e conectá-la a centenas de perfis de redes sociais, ampliando o alcance da live. 

Imagine, por exemplo, que há 100 pessoas assistindo à sua live e que cada uma delas tem mil amigos em determinada rede social. O que o multiplicador faz é interligar todos esses usuários, de forma que a sua igreja alcance 100 mil potenciais seguidores instantaneamente.

Lembre-se de que a transição de visitante para membro e a construção de relacionamentos deve acontecer em um ambiente próprio, onde você pode ter total controle sobre a comunicação e gestão dos dados, além de oferecer conteúdos assertivos sem ruídos, instabilidades e interrupções. 

Com um canal proprietário, a igreja consegue estar próxima das pessoas de forma única, simples e acolhedora. Se você quer ter um aplicativo ou site próprio, fale com um de nossos especialistas