Inserir tecnologia na igreja deixou de ser um diferencial e se tornou uma necessidade. Prova disso é a pandemia do novo coronavírus, que obrigou muitos templos a fecharem as portas: em tempos de isolamento social, os recursos digitais se mostraram fundamentais para que as congregações não interrompessem suas atividades. Muitos líderes, no entanto, ainda têm resistência quanto à adoção da tecnologia no dia a dia da igreja.

Em primeiro lugar, é preciso entender que os universos online e offline não são inimigos. A igreja digital não vai afastar as pessoas do templo. Muito pelo contrário: ela pode atrair quem talvez nunca passaria pelas portas de uma igreja física. Além de aproximar pessoas, a tecnologia possibilita aumento da interatividade, proporciona eficiência em gestão e favorece o crescimento. A seguir, confira cinco motivos para inserir tecnologia na igreja.

Tecnologia na Igreja

1. A tecnologia aproxima as pessoas

Com a chegada da pandemia do novo coronavírus e a adoção do isolamento social, as igrejas perceberam o quão importante é estar presente no ambiente digital. Em um momento de crise, em que muitos sentiam falta do convívio social, ferramentas como site e aplicativo permitiram que a igreja não apenas se mantivesse próxima à sua comunidade local, como também alcançasse pessoas que precisavam ouvir sobre o evangelho.

2. A tecnologia possibilita aumento da interatividade

Com o suporte da tecnologia, a igreja pode interagir com a membresia ao longo de toda a semana, e não apenas durante os dias de culto. Sem os recursos digitais, muitas pessoas precisariam esperar o dia em que ocorrem as células para fazer um pedido de oração aos líderes, por exemplo. Por meio de um aplicativo, por outro lado, é possível fazê-lo em qualquer lugar e a qualquer momento.

Pense também na transmissão de cultos ao vivo, recurso amplamente utilizado durante a quarentena: a partir das lives, os membros puderam interagir uns com os outros por meio de comentários e reações. Não é preciso estar dentro de um templo para expressar emoções.

3. A tecnologia reforça a comunicação para igrejas

Vivemos em uma era em que, graças às tecnologias digitais, as informações se propagam com uma velocidade nunca antes vista. A igreja pode – e deve! – aproveitar essa nova configuração social para alcançar pessoas em larga escala e levar a mensagem do evangelho adiante. As possibilidades são muitas: é possível compartilhar a fé por meio de aplicativos, sites, redes sociais, blogs, podcasts e muito mais.

É importante, no entanto, que você entenda as características de cada canal e segmente o conteúdo publicado conforme a necessidade do seu público-alvo. As redes sociais, por exemplo, são ótimos meios para atrair visitantes e não cristãs, enquanto aplicativos são mais eficazes para comunicação com os membros e construção de relacionamentos.

4. A tecnologia proporciona eficiência em gestão

As plataformas digitais permitem gerir ativos como dados e finanças de forma muito mais prática e organizada. Pense, por exemplo, em uma igreja que tem 300 membros. Quando chegaram à congregação, todos eles preencheram uma ficha cadastral em papel com nome, data de nascimento, telefone, endereço, filiação, estado civil, data de conversão etc. Essas fichas foram armazenadas em uma grande gaveta.

Todas as vezes em que o pastor ou algum líder precisa falar com alguém, ele abre a gaveta e vasculha centenas de papéis em busca da ficha cadastral correta. Trabalhoso, não? Com um sistema de gestão digital, por outro lado, é possível criar um banco de dados e usá-lo para segmentar a membresia a partir de uma série de critérios. Desta forma, a igreja consegue conhecer melhor as pessoas que a compõem e atender melhor suas necessidades.

5. A tecnologia abre portas para o crescimento

Ao permitir a difusão da mensagem do evangelho em larga escala e a construção de relacionamentos a distância, a tecnologia se mostra uma ferramenta valiosa para o crescimentos da igreja. Com os recursos digitais certos, sua congregação pode crescer de forma estratégica, não apenas em quantidade, mas também em qualidade. O resultado, independente do tamanho da igreja, é sempre o mesmo: transformação.

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