{"id":135,"date":"2020-11-10T13:38:56","date_gmt":"2020-11-10T16:38:56","guid":{"rendered":"https:\/\/inchurch.com.br\/brain\/?p=135"},"modified":"2020-12-23T15:24:22","modified_gmt":"2020-12-23T18:24:22","slug":"pesquisa-e-a-chave-para-o-desenvolvimento-da-igreja","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/inchurch.com.br\/brain\/pesquisa-e-a-chave-para-o-desenvolvimento-da-igreja\/","title":{"rendered":"Pesquisa \u00e9 a chave para o desenvolvimento da igreja"},"content":{"rendered":"\n<p>Alguns anos atr\u00e1s, em um encontro de estudantes mission\u00e1rios, um jovem crist\u00e3o americano se levantou para fazer v\u00e1rias perguntas muito profundas ao palestrante mission\u00e1rio sobre algumas das coisas que ele viu no campo durante uma visita \u00e0 \u00c1frica.&nbsp;Os l\u00edderes da reuni\u00e3o se apressaram embara\u00e7osamente para outras quest\u00f5es.&nbsp;Ap\u00f3s a sess\u00e3o, chamaram-no \u00e0 parte para explicar que reconheciam a validade de suas cr\u00edticas, mas sentiam que seria prejudicial para a &#8220;causa&#8221; divulgar os aspectos negativos das miss\u00f5es.<\/p>\n\n\n\n<p>Esta atitude infeliz tem, desde o in\u00edcio da era das miss\u00f5es modernas, impedido a empresa mission\u00e1ria evang\u00e9lica de olhar objetivamente para si mesma.&nbsp;Certamente n\u00e3o h\u00e1 outro empreendimento no mundo envolvendo um investimento compar\u00e1vel de homens e dinheiro que gaste menos tempo e esfor\u00e7o em auto-an\u00e1lise.<\/p>\n\n\n\n<p>Felizmente, essa situa\u00e7\u00e3o est\u00e1 mudando.&nbsp;Cada vez mais, vemos evid\u00eancias de uma mudan\u00e7a saud\u00e1vel de atitude que reconhece a necessidade de maior objetividade no relato da miss\u00e3o, de objetivos mais claros na miss\u00e3o e daquela auto-avalia\u00e7\u00e3o anal\u00edtica que nos ajudar\u00e1 a ser mordomos fi\u00e9is.<\/p>\n\n\n\n<p>Uma raz\u00e3o para a falta de uma autoavalia\u00e7\u00e3o adequada \u00e9 a natureza da promo\u00e7\u00e3o mission\u00e1ria.&nbsp;No in\u00edcio da era das miss\u00f5es modernas, a oposi\u00e7\u00e3o das autoridades eclesi\u00e1sticas, que resultou no estabelecimento de sociedades de miss\u00e3o com base no princ\u00edpio da associa\u00e7\u00e3o livre,&nbsp;<sup>1<\/sup>produziu uma orienta\u00e7\u00e3o que enfatizou a miss\u00e3o como apostolado, mas n\u00e3o definiu a tarefa do enviado em termos de igreja.&nbsp;As congrega\u00e7\u00f5es que se desenvolveram quase incidentalmente foram entendidas pelas miss\u00f5es como reprodu\u00e7\u00f5es est\u00e1ticas de igrejas europ\u00e9ias ou americanas como o resultado final da incorpora\u00e7\u00e3o de crentes, e n\u00e3o como a express\u00e3o din\u00e2mica de miss\u00f5es que eram.&nbsp;\u00c9 essa mentalidade que desenvolve uma estrat\u00e9gia que diz: (I) Nosso objetivo de longo prazo \u00e9 plantar uma igreja em cada comunidade.&nbsp;(2) Nosso objetivo imediato \u00e9 evangelizar todas as criaturas.&nbsp;A verdade \u00e9 que o crescimento da igreja inverteu a ordem.<\/p>\n\n\n\n<p>Deliberada ou acidentalmente, os plantadores de igrejas t\u00eam como objetivo imediato plantar uma igreja em cada comunidade como meio de pregar o Evangelho a cada criatura.&nbsp;N\u00e3o h\u00e1 maneira mais segura.&nbsp;R. Pierce Beaver disse: `Assim como Deus enviou Seu Filho, o Filho enviou Seu corpo, a Igreja, capacitada pelo Esp\u00edrito Santo, para pregar o Evangelho da reconcilia\u00e7\u00e3o a todo o mundo.&nbsp;A Igreja existe principalmente para testemunhar essas boas novas, e todas as outras fun\u00e7\u00f5es da Igreja s\u00e3o subsidi\u00e1rias e contribuem para esse prop\u00f3sito. &#8221;&nbsp;<sup>2<\/sup>Encontrar o caminho de volta a esta posi\u00e7\u00e3o b\u00edblica \u00e9 uma tarefa dif\u00edcil.&nbsp;A natureza &#8220;eletiva&#8221; da miss\u00e3o, tal como foi concebida pela igreja, tornou a arrecada\u00e7\u00e3o de fundos uma das atividades mais importantes dos conselhos e sociedades.&nbsp;As miss\u00f5es tendem a enfatizar aqueles aspectos da atividade mission\u00e1ria que afrouxam os cord\u00f5es da bolsa.&nbsp;\u00c0 medida que as miss\u00f5es evolu\u00edram, tamb\u00e9m evolu\u00edram os aspectos da miss\u00e3o que eles enfatizaram.&nbsp;As \u00eanfases presentes ilustram isso.<\/p>\n\n\n\n<p>Novas atitudes s\u00e3o exigidas nas mentes dos membros das novas igrejas, bem como nas mentes das igrejas que, por muitos anos, t\u00eam sido os principais apoiadores da obra mission\u00e1ria.&nbsp;J\u00e1 observamos como esses apoiadores ainda muitas vezes pensam no trabalho em termos de &#8220;nossos mission\u00e1rios&#8221;.&nbsp;A Igreja no exterior continua sendo um conceito interessante, mas falta para a maioria dos apoiadores da miss\u00e3o o apelo emocional convincente da imagem antiquada do pioneiro mission\u00e1rio pregando em terras distantes para pessoas simples que nunca tinham ouvido o Evangelho antes.&nbsp;<sup>3<\/sup><\/p>\n\n\n\n<p>A exist\u00eancia de igrejas urbanas no campo mission\u00e1rio que podem precisar de ajuda mission\u00e1ria \u00e9 de alguma forma menos rom\u00e2ntica, menos aventureira e, portanto, menos apta a atrair contribuintes do que minist\u00e9rios especializados mais ex\u00f3ticos, como para tribos n\u00e3o alcan\u00e7adas ou em alguns tipos de institui\u00e7\u00f5es.&nbsp;Ao tornar as miss\u00f5es uma arte esot\u00e9rica, as miss\u00f5es criaram uma mentalidade por parte do eleitorado de origem que concebe a miss\u00e3o como algo diferente da igreja.&nbsp;Esta fase da promo\u00e7\u00e3o mission\u00e1ria tende a minimizar a verdadeira natureza do mission\u00e1rio como homem da Igreja.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>ESTABELECENDO CRIT\u00c9RIOS<\/strong><br>Para medir a efic\u00e1cia do desenvolvimento da igreja e das rela\u00e7\u00f5es miss\u00e3o-igreja, devemos lidar com os principais problemas que os cientistas sociais enfrentam hoje.&nbsp;Foram desenvolvidas t\u00e9cnicas e ferramentas que medem com sucesso os fen\u00f4menos sociais, mas o problema dos crit\u00e9rios de avalia\u00e7\u00e3o ainda deve ser resolvido.&nbsp;Se quisermos ter sucesso em nossa tentativa, devemos come\u00e7ar estabelecendo crit\u00e9rios.<\/p>\n\n\n\n<p>O que queremos dizer com desenvolvimento da igreja?&nbsp;Se h\u00e1 algum aspecto do desenvolvimento da igreja que \u00e9 mensur\u00e1vel, \u00e9 aquela express\u00e3o da igreja que \u00e9 reconhec\u00edvel como um fen\u00f4meno social.&nbsp;N\u00e3o queremos minimizar o significado da verdade da igreja como um corpo espiritual que responde \u00e0s leis espirituais.&nbsp;Nosso ponto \u00e9 que esta dimens\u00e3o espiritual n\u00e3o \u00e9 diretamente mensur\u00e1vel.&nbsp;\u201cO vento sopra onde quer, e ouves a sua voz, mas n\u00e3o sabes donde vem, nem para onde vai; assim \u00e9 todo aquele que \u00e9 nascido do Esp\u00edrito\u201d (Jo\u00e3o 3: 8).<\/p>\n\n\n\n<p>Ao mesmo tempo, n\u00e3o podemos nos refugiar em generaliza\u00e7\u00f5es sobre esta verdade \u00e0s custas de uma an\u00e1lise objetiva de n\u00f3s mesmos e de nossa tarefa.&nbsp;Deus se manifesta por meio de Sua Igreja neste mundo e \u00e9 esse fen\u00f4meno social que pode ser observado.&nbsp;Se nos abstermos de tentar definir o indefin\u00edvel ou medir o infinito, e limitarmos nossos esfor\u00e7os a avaliar aquela parte da obra de Deus que nos resta fazer, evitaremos aquela presun\u00e7\u00e3o que tenta dizer a Deus como trabalhar .<\/p>\n\n\n\n<p><strong>FALTA DE ESTAT\u00cdSTICA<\/strong><br>A caracter\u00edstica mais facilmente mensur\u00e1vel do desenvolvimento da igreja \u00e9 o crescimento num\u00e9rico alcan\u00e7ado.&nbsp;Apesar disso, n\u00e3o existem estat\u00edsticas adequadas para a maioria dos campos mission\u00e1rios.&nbsp;Em parte, isso pode ser explicado pelo acidente hist\u00f3rico das miss\u00f5es protestantes que j\u00e1 mencionamos.<\/p>\n\n\n\n<p>Outra raz\u00e3o para a falta de estat\u00edsticas \u00e9 uma ant\u00edtese imaginada entre quantidade e qualidade.&nbsp;Persiste a ideia de que a quantidade diminui a qualidade.&nbsp;A verdade \u00e9 que cada um \u00e9 uma esp\u00e9cie de medida do outro.&nbsp;Se o crescimento em quantidade tiver qualidade, ele continuar\u00e1.&nbsp;Se o crescimento n\u00e3o continuar, indica a possibilidade de falta de qualidade.&nbsp;Somente a vida em Deus pode produzir crescimento num\u00e9rico sustentado ano ap\u00f3s ano.&nbsp;Se a qualidade n\u00e3o produz uma quantidade compat\u00edvel com o crescimento que os outros est\u00e3o tendo, fica provado que falta alguma dimens\u00e3o da verdadeira qualidade.&nbsp;A natureza da igreja \u00e9 crescer.&nbsp;\u201cO que vimos e ouvimos, tamb\u00e9m a v\u00f3s proclamamos, para que possais ter comunh\u00e3o connosco\u201d (1 Jo\u00e3o 1: 3).&nbsp;N\u00e3o \u00e9 ego\u00edsmo da parte da igreja que a leva a evangelizar,<\/p>\n\n\n\n<p>O outro grande motivo da falta de estat\u00edsticas \u00e9 o que mais nos preocupa.&nbsp;\u00c9 a falta de metodologia estat\u00edstica por parte das igrejas e miss\u00f5es.&nbsp;Qualquer tentativa de melhorar nossa efic\u00e1cia deve come\u00e7ar com o desenvolvimento de uma metodologia estat\u00edstica para medi\u00e7\u00e3o da igreja.&nbsp;As categorias padr\u00e3o devem ser acordadas para membros, constituintes, comunicantes, comunidade e assim por diante.&nbsp;O Dr. Donald McGavran assinalou que &#8220;diferentes igrejas atribuem significados teol\u00f3gicos ligeiramente diferentes \u00e0s v\u00e1rias categorias de membros, mas a realidade sociol\u00f3gica que todos est\u00e3o relatando \u00e9 bastante semelhante.&#8221;&nbsp;<sup>4<\/sup>&nbsp;O esfor\u00e7o pioneiro feito neste campo pelo Institute of Church Growth pode fornecer uma base para a pesquisa necess\u00e1ria no desenvolvimento de uma terminologia padronizada.<\/p>\n\n\n\n<p>Dada esta terminologia, podemos utilizar uma s\u00e9rie de f\u00f3rmulas para comparar a ades\u00e3o atual com a popula\u00e7\u00e3o total, com as unidades homog\u00eaneas sendo alcan\u00e7adas, com a ades\u00e3o de outras igrejas e miss\u00f5es no mesmo campo, e com o crescimento de outras religi\u00f5es, para comparar o crescimento atual taxas com a popula\u00e7\u00e3o e, assim, desenvolver uma compreens\u00e3o objetiva do crescimento num\u00e9rico alcan\u00e7ado em contraste com a imagem promocional usual na qual confiamos demais.&nbsp;Para entender o que devemos fazer, devemos ver o que fizemos.<\/p>\n\n\n\n<p>Existem, tamb\u00e9m, alguns aspectos da igreja que s\u00e3o mensur\u00e1veis \u200b\u200bcomo uma indica\u00e7\u00e3o de crescimento qualitativo.&nbsp;Embora seja manifestamente imposs\u00edvel medir a vida espiritual, uma medi\u00e7\u00e3o objetiva e cuidadosa de fen\u00f4menos como frequ\u00eancia \u00e0 igreja, mordomia, efic\u00e1cia evangel\u00edstica, a frequ\u00eancia e tipo de atividades da igreja, o n\u00famero e qualidade dos candidatos ao minist\u00e9rio, a preocupa\u00e7\u00e3o social que a igreja evidencia, e a propor\u00e7\u00e3o de membros envolvidos em atividades da igreja mostraria algo do crescimento qualitativo alcan\u00e7ado.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>CRESCIMENTO ORG\u00c2NICO<\/strong><br>H\u00e1 um outro aspecto do desenvolvimento da igreja que precisa ser estudado em nossa an\u00e1lise do esfor\u00e7o mission\u00e1rio: o crescimento org\u00e2nico.&nbsp;Al\u00e9m do crescimento num\u00e9rico e do crescimento na gra\u00e7a e no conhecimento, a igreja precisa daquele tipo de crescimento que resulta na igreja institucional.&nbsp;\u00c9 significativo que este seja o aspecto do crescimento da igreja que atualmente est\u00e1 sob o ataque mais feroz.&nbsp;A igreja \u00e9 vista como estando muito ocupada com o auto-engrandecimento.&nbsp;A cura para isso \u00e9, como visto por esses cr\u00edticos, \u00e9 ad hoc tudo.&nbsp;Contornando as estruturas da igreja existente, os crist\u00e3os deveriam se mover para o mundo, fazer parte dos processos hist\u00f3ricos na forma\u00e7\u00e3o da sociedade e, assim, de alguma forma indefinida, revelar Cristo.&nbsp;Esta vis\u00e3o antib\u00edblica desenvolveu, na maior parte,&nbsp;em igrejas est\u00e1ticas que n\u00e3o est\u00e3o cumprindo um minist\u00e9rio vital de reconcilia\u00e7\u00e3o.&nbsp;Visto que eles pr\u00f3prios n\u00e3o experimentaram uma vida din\u00e2mica em Deus, procuram um papel mais eficaz para a igreja na atividade secular.&nbsp;Por muito tempo, para eles, a igreja se preocupou com seus pr\u00f3prios assuntos.&nbsp;Confessamos que muitas vezes o desenvolvimento org\u00e2nico da Igreja se tornou um fim em si mesmo, em detrimento de todos os interessados.&nbsp;Tendo dito isso, por\u00e9m, sustentamos que o crescimento org\u00e2nico da igreja pode e deve resultar naquele n\u00edvel de maturidade e efic\u00e1cia do minist\u00e9rio que Beyerhaus e Lefever chamaram de personalidade respons\u00e1vel da igreja.&nbsp;Isso incluiria o desenvolvimento da organiza\u00e7\u00e3o funcional, autonomia e o surgimento de normas de adora\u00e7\u00e3o ind\u00edgenas, arquitetura da igreja, m\u00fasica, literatura, lideran\u00e7a e assim por diante.&nbsp;Visto que eles pr\u00f3prios n\u00e3o experimentaram uma vida din\u00e2mica em Deus, procuram um papel mais eficaz para a igreja na atividade secular.&nbsp;Por muito tempo, para eles, a igreja se preocupou com seus pr\u00f3prios assuntos.&nbsp;Confessamos que muitas vezes o desenvolvimento org\u00e2nico da Igreja se tornou um fim em si mesmo, em detrimento de todos os interessados.&nbsp;Tendo dito isso, por\u00e9m, sustentamos que o crescimento org\u00e2nico da igreja pode e deve resultar naquele n\u00edvel de maturidade e efic\u00e1cia do minist\u00e9rio que Beyerhaus e Lefever chamaram de personalidade respons\u00e1vel da igreja.&nbsp;Isso incluiria o desenvolvimento da organiza\u00e7\u00e3o funcional, autonomia e o surgimento de normas de adora\u00e7\u00e3o ind\u00edgenas, arquitetura da igreja, m\u00fasica, literatura, lideran\u00e7a e assim por diante.&nbsp;Visto que eles pr\u00f3prios n\u00e3o experimentaram uma vida din\u00e2mica em Deus, procuram um papel mais eficaz para a igreja na atividade secular.&nbsp;Por muito tempo, para eles, a igreja se preocupou com seus pr\u00f3prios assuntos.&nbsp;Confessamos que muitas vezes o desenvolvimento org\u00e2nico da Igreja se tornou um fim em si mesmo, em detrimento de todos os interessados.&nbsp;Tendo dito isso, por\u00e9m, sustentamos que o crescimento org\u00e2nico da igreja pode e deve resultar naquele n\u00edvel de maturidade e efic\u00e1cia do minist\u00e9rio que Beyerhaus e Lefever chamaram de personalidade respons\u00e1vel da igreja.&nbsp;Isso incluiria o desenvolvimento da organiza\u00e7\u00e3o funcional, autonomia e o surgimento de normas de adora\u00e7\u00e3o ind\u00edgenas, arquitetura da igreja, m\u00fasica, literatura, lideran\u00e7a e assim por diante.&nbsp;eles buscam um papel mais eficaz para a igreja na atividade secular.&nbsp;Por muito tempo, para eles, a igreja se preocupou com seus pr\u00f3prios assuntos.&nbsp;Confessamos que muitas vezes o desenvolvimento org\u00e2nico da Igreja se tornou um fim em si mesmo, em detrimento de todos os interessados.&nbsp;Tendo dito isso, por\u00e9m, sustentamos que o crescimento org\u00e2nico da igreja pode e deve resultar naquele n\u00edvel de maturidade e efic\u00e1cia do minist\u00e9rio que Beyerhaus e Lefever chamaram de personalidade respons\u00e1vel da igreja.&nbsp;Isso incluiria o desenvolvimento da organiza\u00e7\u00e3o funcional, autonomia e o surgimento de normas de adora\u00e7\u00e3o ind\u00edgenas, arquitetura da igreja, m\u00fasica, literatura, lideran\u00e7a e assim por diante.&nbsp;eles buscam um papel mais eficaz para a igreja na atividade secular.&nbsp;Por muito tempo, para eles, a igreja se preocupou com seus pr\u00f3prios assuntos.&nbsp;Confessamos que muitas vezes o desenvolvimento org\u00e2nico da Igreja se tornou um fim em si mesmo, em detrimento de todos os interessados.&nbsp;Tendo dito isso, por\u00e9m, sustentamos que o crescimento org\u00e2nico da igreja pode e deve resultar naquele n\u00edvel de maturidade e efic\u00e1cia do minist\u00e9rio que Beyerhaus e Lefever chamaram de personalidade respons\u00e1vel da igreja.&nbsp;Isso incluiria o desenvolvimento da organiza\u00e7\u00e3o funcional, autonomia e o surgimento de normas de adora\u00e7\u00e3o ind\u00edgenas, arquitetura da igreja, m\u00fasica, literatura, lideran\u00e7a e assim por diante.&nbsp;Confessamos que muitas vezes o desenvolvimento org\u00e2nico da Igreja se tornou um fim em si mesmo, em detrimento de todos os interessados.&nbsp;Tendo dito isso, por\u00e9m, sustentamos que o crescimento org\u00e2nico da igreja pode e deve resultar naquele n\u00edvel de maturidade e efic\u00e1cia do minist\u00e9rio que Beyerhaus e Lefever chamaram de personalidade respons\u00e1vel da igreja.&nbsp;Isso incluiria o desenvolvimento da organiza\u00e7\u00e3o funcional, autonomia e o surgimento de normas de adora\u00e7\u00e3o ind\u00edgenas, arquitetura da igreja, m\u00fasica, literatura, lideran\u00e7a e assim por diante.&nbsp;Confessamos que muitas vezes o desenvolvimento org\u00e2nico da Igreja se tornou um fim em si mesmo, em detrimento de todos os interessados.&nbsp;Tendo dito isso, por\u00e9m, sustentamos que o crescimento org\u00e2nico da igreja pode e deve resultar naquele n\u00edvel de maturidade e efic\u00e1cia do minist\u00e9rio que Beyerhaus e Lefever chamaram de personalidade respons\u00e1vel da igreja.&nbsp;Isso incluiria o desenvolvimento da organiza\u00e7\u00e3o funcional, autonomia e o surgimento de normas de adora\u00e7\u00e3o ind\u00edgenas, arquitetura da igreja, m\u00fasica, literatura, lideran\u00e7a e assim por diante.<\/p>\n\n\n\n<p>A personalidade respons\u00e1vel da Igreja \u00e9 uma coisa muito mais profunda do que a mera independ\u00eancia; talvez possamos defini-la como o poder da Igreja, prontid\u00e3o e liberdade para seguir seu chamado divino dentro de sua esfera de vida.&nbsp;Nesta defini\u00e7\u00e3o, tr\u00eas id\u00e9ias s\u00e3o reunidas.&nbsp;Primeiro, existe o pensamento do verdadeiro poder e liberdade da Igreja para seguir seu chamado divino.&nbsp;A ajuda estrangeira, seja em dinheiro ou servi\u00e7o pessoal, deve sempre promover este poder e liberdade, se n\u00e3o for para prejudicar a integridade e responsabilidade da Igreja.&nbsp;Em segundo lugar, a defini\u00e7\u00e3o nos lembra que cada igreja existe em um ambiente particular.&nbsp;Os seus membros pertencem a este meio, pelo menos no que diz respeito \u00e0 sua exist\u00eancia f\u00edsica, como cidad\u00e3os deste mundo, e \u00e9 neste meio em primeiro lugar que a Igreja \u00e9 chamada a exercer a sua voca\u00e7\u00e3o mission\u00e1ria.&nbsp;Uma igreja mission\u00e1ria deve ser uma igreja ind\u00edgena relacionada ao solo e permeando a sociedade.&nbsp;Em terceiro lugar, o conceito de responsabilidade, com sua estreita associa\u00e7\u00e3o com a autonomia e a independ\u00eancia, implica a liberdade de influ\u00eancias e controles externos que impediriam a Igreja de exercer sua voca\u00e7\u00e3o.&nbsp;Essas influ\u00eancias podem vir das igrejas-m\u00e3e ou de poderes seculares.<sup>5<\/sup><\/p>\n\n\n\n<p><strong>PADR\u00d5ES FUNCIONAIS<\/strong><br>O primeiro passo no estabelecimento de diretrizes para medir as rela\u00e7\u00f5es miss\u00e3o-igreja deve ser o delineamento dos padr\u00f5es funcionais envolvidos.&nbsp;Para os fins deste artigo, tentarei uma classifica\u00e7\u00e3o preliminar que pode ser \u00fatil.&nbsp;Esta n\u00e3o \u00e9 uma descri\u00e7\u00e3o de organiza\u00e7\u00e3o formal, mas de relacionamentos funcionais.<\/p>\n\n\n\n<p>Geralmente, o in\u00edcio do trabalho de uma miss\u00e3o em um campo \u00e9 pioneiro.&nbsp;A rela\u00e7\u00e3o funcional pode ser delineada da seguinte forma: (F = fundos, P = pessoal, I = institui\u00e7\u00f5es, C = igrejas locais).<\/p>\n\n\n\n<p>__Miss\u00e3o__<br>F, P, I, C<\/p>\n\n\n\n<p>Nenhuma estrutura organizacional est\u00e1 necessariamente impl\u00edcita no diagrama, embora tal estrutura possa existir.&nbsp;A ideia \u00e9 que a miss\u00e3o administre, oficialmente ou n\u00e3o oficialmente, fundos, pessoal, institui\u00e7\u00f5es e igrejas locais.<\/p>\n\n\n\n<p>Eventualmente, conforme a igreja nacional evolui, ela come\u00e7a a ter uma parte na administra\u00e7\u00e3o.&nbsp;Este pode ser um passo quase imediato (idealmente), ou pode vir no final de uma longa luta entre a igreja e a miss\u00e3o, na qual a miss\u00e3o relutante se retira.<\/p>\n\n\n\n<p>A segunda etapa usual \u00e9:<\/p>\n\n\n\n<p>Miss\u00e3o<br>|&nbsp;\u2014\u2014\u2013 Igreja<br>F, P, I, C<\/p>\n\n\n\n<p>Novamente, nenhuma estrutura organizacional est\u00e1 necessariamente impl\u00edcita.&nbsp;Este diagrama.&nbsp;representaria um est\u00e1gio no qual a igreja nacional serve como um adjunto da miss\u00e3o.&nbsp;Nas v\u00e1rias express\u00f5es desta fase, a igreja nacional pode ter autoridade sobre alguns aspectos da obra, como a responsabilidade pelas igrejas locais.<\/p>\n\n\n\n<p>Um outro padr\u00e3o comum:<\/p>\n\n\n\n<p>Miss\u00e3o<br>|<br>Igreja<br>|<br>F, P, I, C<\/p>\n\n\n\n<p>A miss\u00e3o ainda administra o trabalho, mas por meio da igreja nacional.&nbsp;Esse padr\u00e3o pode ou n\u00e3o envolver uma estrutura organizacional correspondente.&nbsp;A miss\u00e3o pode administrar alguns aspectos da obra, como institui\u00e7\u00f5es, independentemente da igreja;&nbsp;a igreja pode ter autoridade exclusiva sobre outros aspectos, mas o relacionamento essencial \u00e9 um padr\u00e3o de controle da miss\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>O desenvolvimento da igreja em dire\u00e7\u00e3o \u00e0 autonomia pode seguir um de dois caminhos.&nbsp;Sob o padr\u00e3o \u00fanico, a miss\u00e3o se torna um adjunto da igreja:<\/p>\n\n\n\n<p>Igreja<br>| \u2014\u2014- Miss\u00e3o<br>F, P, I, C<\/p>\n\n\n\n<p>O controle efetivo passou para as m\u00e3os da igreja.&nbsp;Isso geralmente \u00e9 formalizado por alguma mudan\u00e7a na estrutura.&nbsp;Os v\u00e1rios aspectos da igreja s\u00e3o administrados pela igreja nacional.&nbsp;O papel da miss\u00e3o \u00e9 servir a igreja em aspectos que sejam mutuamente acordados pela igreja e pela miss\u00e3o.&nbsp;Este padr\u00e3o pode evoluir para a eventual assimila\u00e7\u00e3o da miss\u00e3o pela igreja ou a retirada da miss\u00e3o em reconhecimento da maturidade da igreja:<\/p>\n\n\n\n<p>Igreja<br>|<br>F, P, I, C<\/p>\n\n\n\n<p>A rela\u00e7\u00e3o entre a igreja e a miss\u00e3o seria ent\u00e3o de igrejas irm\u00e3s compartilhando minist\u00e9rios cooperativos.<\/p>\n\n\n\n<p>O outro padr\u00e3o seria o desenvolvimento simult\u00e2neo da igreja e da miss\u00e3o no mesmo campo:<\/p>\n\n\n\n<p>Igreja<br>|<br>F, P, I, C<\/p>\n\n\n\n<p>Miss\u00e3o<br>|<br>F, P, I, C<\/p>\n\n\n\n<p>Cada um pode ser respons\u00e1vel por minist\u00e9rios semelhantes, at\u00e9 mesmo sobrepostos ou conflitantes.&nbsp;Isso pode ser resultado de uma explos\u00e3o decorrente de tens\u00f5es mission\u00e1rias n\u00e3o resolvidas.<\/p>\n\n\n\n<p>Por outro lado, este desenvolvimento simult\u00e2neo pode resultar em minist\u00e9rios complementares nos quais a igreja e a miss\u00e3o cooperam em sua tarefa conjunta:<\/p>\n\n\n\n<p>Miss\u00e3o<br>|<br>F, P, I, C<\/p>\n\n\n\n<p>Igreja<br>|<br>F, P, I, C<\/p>\n\n\n\n<p>Por quaisquer padr\u00f5es que essas rela\u00e7\u00f5es evoluam, nosso objetivo \u00e9 ver igrejas vi\u00e1veis \u200b\u200be aut\u00f4nomas que tenham um senso de miss\u00e3o:<\/p>\n\n\n\n<p>Igreja<br>|<br>F, P, I, C<br>|<br>Miss\u00e3o<\/p>\n\n\n\n<p>Com base nessa classifica\u00e7\u00e3o preliminar, podemos analisar a efic\u00e1cia de nossas pr\u00f3prias rela\u00e7\u00f5es miss\u00e3o-igreja.&nbsp;A \u00fanica base adequada de avalia\u00e7\u00e3o da miss\u00e3o \u00e9 a igreja produzida no campo.&nbsp;Se esse desenvolvimento s\u00f3 puder ocorrer \u00e0s custas das prerrogativas da miss\u00e3o, ou mesmo \u00e0s custas de nossas carreiras, Deus nos conceda a gra\u00e7a para fazer Sua vontade.&nbsp;A quest\u00e3o da pol\u00edtica ou estrutura organizacional formal n\u00e3o \u00e9 t\u00e3o importante quanto a intera\u00e7\u00e3o funcional dos relacionamentos miss\u00e3o-igreja.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>NOVAS ABORDAGENS<\/strong><br>O que faremos para explorar o significado dessas diretrizes?&nbsp;Novas abordagens s\u00e3o necess\u00e1rias.&nbsp;Para responder a isso, vejamos brevemente o que foi feito e o que est\u00e1 sendo feito.&nbsp;Isso nos ajudar\u00e1 a ver qual caminho seguir.<\/p>\n\n\n\n<p>O que foi feito na pesquisa cient\u00edfica de miss\u00f5es?&nbsp;Todos os grandes primeiros l\u00edderes mission\u00e1rios das miss\u00f5es modernas sentiram a necessidade de estudar seriamente as miss\u00f5es. &#8216;&nbsp;Parece que sua maior preocupa\u00e7\u00e3o n\u00e3o era o estudo da teologia das miss\u00f5es, mas sim o estudo da estrat\u00e9gia.&nbsp;Foi apenas \u00e0 medida que as miss\u00f5es evolu\u00edram que se tornou necess\u00e1rio desenvolver uma estrutura teol\u00f3gica para o que j\u00e1 era uma realidade sociol\u00f3gica.&nbsp;O problema foi visto como muito mais complexo do que originalmente concebido.<\/p>\n\n\n\n<p>Foram Gustav Warneck e os homens que trabalharam com ele os primeiros a definir o estudo das miss\u00f5es como uma disciplina \u00fanica.&nbsp;<sup>7<\/sup>&nbsp;Todas as grandes confer\u00eancias mission\u00e1rias se basearam nos estudos sistem\u00e1ticos que estavam sendo feitos e, por sua vez, exigiam outros estudos.&nbsp;Os resultados das confer\u00eancias de Edimburgo, Jerusal\u00e9m e Tambaram s\u00e3o leitura obrigat\u00f3ria at\u00e9 hoje para todos os estudantes s\u00e9rios de miss\u00f5es.&nbsp;Desse interesse crescente surgiu a Revis\u00e3o Internacional de Miss\u00f5es ap\u00f3s a Confer\u00eancia de Edimburgo.&nbsp;A Review provou ser um meio incompar\u00e1vel de compartilhar ideias mission\u00e1rias.<\/p>\n\n\n\n<p>A s\u00e9rie de estudos de pesquisa patrocinados pelo Conselho Mission\u00e1rio Internacional e, posteriormente, pelo Conselho Mundial de Igrejas;&nbsp;as publica\u00e7\u00f5es do Movimento de Dom\u00ednio Mundial;&nbsp;e os v\u00e1rios empreendimentos de pesquisa denominacionais, nacionais e continentais nos forneceram estudos s\u00e9rios da teoria, teologia e estrat\u00e9gia da miss\u00e3o.&nbsp;Quer concordemos ou n\u00e3o com suas conclus\u00f5es, devemos confessar que eles est\u00e3o fazendo as perguntas e levantando os problemas que devem ser resolvidos.<\/p>\n\n\n\n<p>\u00c9 imposs\u00edvel enumerar aqui os t\u00edtulos desses estudos, nem mesmo os mais importantes deles.&nbsp;A lista, se produzida, seria longa e impressionante, incluindo obras gerais (geogr\u00e1ficas, estat\u00edsticas, enciclop\u00e9dicas, etc., bem como relat\u00f3rios de confer\u00eancias mission\u00e1rias &#8220;em casa&#8221; e &#8220;no exterior&#8221;), obras sobre a hist\u00f3ria das miss\u00f5es ( hist\u00f3rias gerais e hist\u00f3rias de sociedades de campo \u00fanico, institui\u00e7\u00f5es, etc.), trabalha nas vidas e tempos de mission\u00e1rios individuais e jovens religiosos, trabalha nos princ\u00edpios e m\u00e9todos de miss\u00f5es, na rela\u00e7\u00e3o do Cristianismo com os sistemas de pensamento n\u00e3o-crist\u00e3os e vida, e sobre as origens pol\u00edticas, culturais e econ\u00f4micas das terras das igrejas mais jovens, na sociologia, lingu\u00edstica, alfabetiza\u00e7\u00e3o, educa\u00e7\u00e3o, etc. &#8211; e a se\u00e7\u00e3o mais importante da literatura mission\u00e1ria,<sup>8<\/sup><\/p>\n\n\n\n<p>As grandes bibliotecas de pesquisa mission\u00e1ria s\u00e3o mais uma indica\u00e7\u00e3o da riqueza de recursos dispon\u00edveis.<\/p>\n\n\n\n<p>Enquanto isso, a Igreja Cat\u00f3lica Romana assumiu a lideran\u00e7a na pesquisa mission\u00e1ria.&nbsp;Per\u00edodos din\u00e2micos na hist\u00f3ria da Igreja Cat\u00f3lica sempre produziram vigorosos esfor\u00e7os mission\u00e1rios.&nbsp;Durante s\u00e9culos, o escopo e a natureza da atividade mission\u00e1ria foram definidos pela autoridade pol\u00edtica e eclesi\u00e1stica sem considera\u00e7\u00f5es te\u00f3ricas de qualquer magnitude.&nbsp;\u00c9 um fato curioso, talvez fora do escopo de nosso artigo, que as ordens mission\u00e1rias que surgiram foram um paralelo exato das sociedades mission\u00e1rias protestantes.<\/p>\n\n\n\n<p>Foi somente no s\u00e9culo atual que a Igreja Cat\u00f3lica come\u00e7ou, em grau apreci\u00e1vel, a pesquisa sistem\u00e1tica em teologia mission\u00e1ria com o trabalho de Robert Streit e Joseph Schmidlin, que foi muito influenciado por Gustav Warneck.&nbsp;No momento, a maior parte da pesquisa mission\u00e1ria est\u00e1 sendo feita por estudiosos cat\u00f3licos romanos.&nbsp;Al\u00e9m das excelentes revistas t\u00e9cnicas e dos escritos dos seus principais missi\u00f3logos, existem os institutos de pesquisa mission\u00e1ria e social, alguns como entidades independentes, e outros ligados a outras institui\u00e7\u00f5es de ensino superior, como em Bruxelas, Madrid, Freiburg, Munster, Santiago do Chile, Cuernavaca e Washington.&nbsp;<sup>9<\/sup><\/p>\n\n\n\n<p><strong>POR QUE EU PESQUISAR?<\/strong><br>\u00c0 luz, ent\u00e3o, de todas essas pesquisas, por que dever\u00edamos nos preocupar com o problema?&nbsp;Nossa declara\u00e7\u00e3o original da necessidade de um auto-estudo objetivo ainda se mant\u00e9m?&nbsp;Se nossa \u00fanica resposta \u00e9 que devemos nos engajar na pesquisa para n\u00e3o permitir que ningu\u00e9m mais nos ultrapasse, seria melhor esquecermos isso.&nbsp;Esse motivo ign\u00f3bil n\u00e3o \u00e9 digno do Evangelho.&nbsp;Precisamos de motiva\u00e7\u00e3o mais sincera do que mera imita\u00e7\u00e3o.&nbsp;De qualquer forma, eles j\u00e1 est\u00e3o \u00e0 nossa frente.<\/p>\n\n\n\n<p>1. Esta pesquisa \u00e9, na melhor das hip\u00f3teses, fragment\u00e1ria.&nbsp;A pesquisa mission\u00e1ria foi concebida como um grande quebra-cabe\u00e7a no qual devemos encaixar todas as pe\u00e7as.&nbsp;Se os campos mission\u00e1rios fossem est\u00e1ticos ou se n\u00e3o estiv\u00e9ssemos preocupados com a din\u00e2mica do desenvolvimento, tal abordagem seria adequada.&nbsp;O resultado dessa abordagem tem sido a publica\u00e7\u00e3o de descobertas atualizadas que rapidamente se tornam apenas registros hist\u00f3ricos interessantes de uma situa\u00e7\u00e3o que mudou t\u00e3o radicalmente que as mesmas circunst\u00e2ncias n\u00e3o existem mais.&nbsp;O que \u00e9 necess\u00e1rio \u00e9 um quadro no qual esses estudos possam se encaixar de forma que sua atualiza\u00e7\u00e3o seja um processo cont\u00ednuo que garanta relev\u00e2ncia.<\/p>\n\n\n\n<p>Nenhum esfor\u00e7o fragmentado em uma base de meio per\u00edodo amador ser\u00e1 suficiente.&nbsp;Nada menos do que uma abordagem global cooperativa e sistem\u00e1tica do problema bastar\u00e1.<\/p>\n\n\n\n<p>2. Devemos estar envolvidos na pesquisa mission\u00e1ria porque nosso interesse no empreendimento mission\u00e1rio \u00e9 muito grande.&nbsp;&#8220;Uma an\u00e1lise da afilia\u00e7\u00e3o dos mission\u00e1rios protestantes norte-americanos mostra que 37 por cento s\u00e3o enviados por juntas mission\u00e1rias e ag\u00eancias relacionadas com a Divis\u00e3o de Minist\u00e9rios Ultramarinos do Conselho Nacional de Igrejas; 44 por cento s\u00e3o enviados por juntas mission\u00e1rias e ag\u00eancias relacionadas com o tr\u00eas associa\u00e7\u00f5es evang\u00e9licas conservadoras (21 por cento pela Evangelical Foreign Missions Association; 19,5 por cento pela Interdenominational Foreign Mission Association; e 3,5 por cento pelas Miss\u00f5es Associadas do Conselho Americano de Igrejas Crist\u00e3s); 19 por cento s\u00e3o enviados por conselhos n\u00e3o afiliados e independentes e ag\u00eancias.<sup>10<\/sup><\/p>\n\n\n\n<p>3. Existem pesquisas que n\u00e3o podemos contar com ningu\u00e9m para fazer.&nbsp;A Declara\u00e7\u00e3o de Wheaton expressa nosso interesse em \u00e1reas que aparentemente n\u00e3o interessam mais a outros c\u00edrculos.&nbsp;Isso n\u00e3o significa que n\u00e3o possamos aprender com a pesquisa que est\u00e1 sendo feita.&nbsp;Esperan\u00e7osamente, aprenderemos com o que os outros est\u00e3o dizendo e, mais do que isso, encontraremos uma maneira, sem comprometer a n\u00f3s mesmos e o que acreditamos, de integrar as descobertas de nossos pesquisadores nesse corpo maior de material.&nbsp;Devemos a n\u00f3s mesmos, bem como a outros que podem estar desviados do essencial, nos preocuparmos com o estudo dos aspectos da miss\u00e3o que s\u00e3o mais cruciais hoje.<\/p>\n\n\n\n<p>H\u00e1 dezesseis anos, Olav Myklebust pediu o estabelecimento de um instituto internacional de pesquisa cient\u00edfica mission\u00e1ria, um sonho que nunca foi realizado.&nbsp;V\u00e1rias das fun\u00e7\u00f5es que ele descreve para tal instituto s\u00e3o aplic\u00e1veis \u200b\u200bao que estamos tentando realizar: iniciar e promover pesquisas s\u00e9rias em assuntos mission\u00e1rios e afins, coordenar pesquisas para evitar lacunas ou sobreposi\u00e7\u00f5es, aumentar os recursos intelectuais dispon\u00edveis, para publicar resultados de pesquisas, coletar e preservar materiais de base para a hist\u00f3ria do Cristianismo, reunir especialistas e alistar para tarefas espec\u00edficas a coopera\u00e7\u00e3o de ag\u00eancias n\u00e3o mission\u00e1rias para a pesquisa. &#8221;&nbsp;<sup>11<\/sup><\/p>\n\n\n\n<p>Tudo isso est\u00e1 dentro de nossa capacidade atual de realizar.&nbsp;Os problemas, a meu ver, n\u00e3o s\u00e3o imposs\u00edveis de resolver.&nbsp;Um centro ou centros de pesquisa est\u00e3o bem dentro do reino das possibilidades.&nbsp;Tudo o que nos resta \u00e9 decidir a melhor forma de realizar nossos objetivos.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>CENTRO DE PESQUISA<\/strong><br>Necessariamente, tal centro de pesquisa deve fazer parte do presente empreendimento mission\u00e1rio.&nbsp;N\u00e3o podemos entregar a outra pessoa uma tarefa que pode ser melhor realizada por n\u00f3s mesmos.&nbsp;O pessoal de administra\u00e7\u00e3o e pesquisa deve ser formado por experientes mission\u00e1rios em retorno.&nbsp;\u00c9 muito mais simples treinar mission\u00e1rios na metodologia e t\u00e9cnicas das ci\u00eancias sociais do que treinar um cientista social nas nuances das miss\u00f5es.&nbsp;Isso \u00e9 mais do que uma sugest\u00e3o casual.&nbsp;\u00c9 uma opini\u00e3o considerada com base na experi\u00eancia.<\/p>\n\n\n\n<p>As diferen\u00e7as teol\u00f3gicas e eclesiol\u00f3gicas que separam os evang\u00e9licos n\u00e3o s\u00e3o um obst\u00e1culo s\u00e9rio para o esfor\u00e7o cooperativo nesta \u00e1rea.&nbsp;N\u00e3o devemos nos esconder por tr\u00e1s dessas diferen\u00e7as para racionalizar a ina\u00e7\u00e3o.&nbsp;Devemos coordenar a pesquisa que estamos fazendo.&nbsp;Por um lado, isso nos salvar\u00e1 dos estudos rasos e banais com os quais fomos bombardeados.&nbsp;Ao mesmo tempo, nos poupar\u00e1 da perda de tempo e dinheiro que estudos repetitivos e sobrepostos criam.&nbsp;O melhor de tudo \u00e9 que nos ajudar\u00e1 a nos concentrar nas \u00e1reas em que nosso entendimento \u00e9 menos completo.&nbsp;Os estudos que cada miss\u00e3o continuaria a fazer independentemente poderiam ser confinados \u00e0s \u00e1reas especiais e exclusivas que afetam essa miss\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>Um de nossos problemas ser\u00e1 pessoal.&nbsp;Os homens mais capazes de participar de tal empreendimento s\u00e3o os mesmos que as miss\u00f5es s\u00e3o menos capazes de perder.&nbsp;N\u00e3o podemos descartar levianamente a realidade dessa perda.&nbsp;Embora seja verdade que o ru\u00e3o que estaria engajado na pesquisa seria parte integrante das miss\u00f5es, seu envolvimento o afastaria de sua miss\u00e3o pelo menos temporariamente.&nbsp;Devemos pensar em termos de prepara\u00e7\u00e3o de pesquisadores.&nbsp;Para se proteger contra introvers\u00e3o, ego\u00edsmo ou estagna\u00e7\u00e3o e, ao mesmo tempo, fornecer \u00e0s miss\u00f5es pesquisadores experientes e treinados, a pol\u00edtica do Centro We deve prever a infus\u00e3o peri\u00f3dica de sangue novo.&nbsp;Um exemplo espec\u00edfico que foi projetado para um projeto de pesquisa existente assumiu a seguinte forma:<\/p>\n\n\n\n<p>A, B e C s\u00e3o membros originais da equipe.&nbsp;N-1, N-2, etc. s\u00e3o novos homens adicionados \u00e0 taxa de um por ano.&nbsp;A cada ano, um homem fora do topo sai da pesquisa para abrir espa\u00e7o para outro.&nbsp;Podemos garantir a continuidade e, ao mesmo tempo, fornecer aos evang\u00e9licos os homens treinados de que precisam.<\/p>\n\n\n\n<p>O centro tamb\u00e9m deve ser projetado de forma a beneficiar o pesquisador em termos de progresso acad\u00eamico formal.&nbsp;Isso tem a vantagem de atrair o tipo de homem que mais lucrar\u00e1 com o projeto.&nbsp;A pr\u00f3pria participa\u00e7\u00e3o de \u00cdsis na pesquisa o tornar\u00e1 mais valioso.&nbsp;Essa pol\u00edtica tamb\u00e9m ajudaria no constante aprimoramento da pesquisa que deve prosseguir se quisermos acompanhar a explos\u00e3o da informa\u00e7\u00e3o, a sofistica\u00e7\u00e3o de novas t\u00e9cnicas e as r\u00e1pidas mudan\u00e7as no campo mission\u00e1rio.&nbsp;A futura lideran\u00e7a do centro poderia, portanto, emergir daqueles que participaram como membros do centro.<\/p>\n\n\n\n<p>J\u00e1 existem outras instala\u00e7\u00f5es de pesquisa com as quais podemos integrar nossos esfor\u00e7os.&nbsp;Al\u00e9m de todas as pesquisas mission\u00e1rias, existem estudos seculares em antropologia social, sociologia da religi\u00e3o e psicologia de grupo que nos dizem respeito diretamente.&nbsp;Existem ag\u00eancias como DA&#8217;T&#8217;A (Desenvolvimento e Assist\u00eancia T\u00e9cnica) que se ofereceram para nos ajudar.<\/p>\n\n\n\n<p>O minist\u00e9rio do centro deve ir al\u00e9m da publica\u00e7\u00e3o de pesquisas mission\u00e1rias, hist\u00f3rias e estudos de crescimento da igreja, e do treinamento de pesquisadores e da coordena\u00e7\u00e3o de projetos de pesquisa.&nbsp;Por meio de semin\u00e1rios, consultas, confer\u00eancias e conven\u00e7\u00f5es, o minist\u00e9rio de um centro de pesquisa poderia multiplicar sua efic\u00e1cia no servi\u00e7o \u00e0s igrejas e miss\u00f5es.<\/p>\n\n\n\n<p>\u00c9 poss\u00edvel encontrar uma institui\u00e7\u00e3o ou entidade existente para patrocinar tal projeto?&nbsp;Eu acredito que sim.&nbsp;Os problemas de instala\u00e7\u00f5es, equipamentos, suprimentos, ajuda clerical e assim por diante n\u00e3o seriam insol\u00faveis se o primeiro problema de relacionamento com a institui\u00e7\u00e3o ou institui\u00e7\u00f5es m\u00e3es e as responsabilidades de patrocinar igrejas e miss\u00f5es tivessem sido resolvidos.<\/p>\n\n\n\n<p>Deixamos o problema mais f\u00e1cil para as \u00faltimas finan\u00e7as.&nbsp;Se quisermos realizar a tarefa que delineamos, precisaremos de dinheiro.&nbsp;Mesmo com a ajuda volunt\u00e1ria de t\u00e9cnicos e cientistas qualificados, precisaremos de dinheiro para sal\u00e1rios, despesas gerais, despesas de viagem, or\u00e7amentos de campo e subs\u00eddios para publica\u00e7\u00f5es.&nbsp;Neste ponto, n\u00e3o podemos economizar.&nbsp;Receberemos o que pagamos e nada mais.<\/p>\n\n\n\n<p>Felizmente, n\u00e3o estamos limitados aos recursos financeiros das igrejas e miss\u00f5es, embora eles certamente devam ajudar a pagar sua parte.&nbsp;Existem v\u00e1rias outras fontes de fundos.&nbsp;A fonte mais direta viria de v\u00e1rias funda\u00e7\u00f5es, cada uma delas interessada em diferentes tipos de projetos.&nbsp;Entre seus interesses declarados est\u00e3o o uso imaginativo de processamento eletr\u00f4nico de dados em institui\u00e7\u00f5es educacionais, a an\u00e1lise matem\u00e1tica de fen\u00f4menos sociais, o desenvolvimento de t\u00e9cnicas interdisciplinares para o estudo de institui\u00e7\u00f5es religiosas, bolsas para treinamento profissional e treinamento administrativo para pesquisadores.&nbsp;Posso visualizar o dia em que um centro de pesquisa para miss\u00f5es evang\u00e9licas nos proporcionar\u00e1 uma compreens\u00e3o objetiva das miss\u00f5es que nos libertar\u00e1 para dedicar nossa aten\u00e7\u00e3o ao cumprimento de nossa tarefa.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Notas<\/strong><br>finais 1. Gustav Warneck, Esbo\u00e7o de uma Hist\u00f3ria das Mis\u00f5es Protestantes (Nova York: Fleming H. Revell, 1906), p.&nbsp;82.<br>2. R. Pierce Beaver, &#8220;O Apostolado da Igreja&#8221; A Teologia da Miss\u00e3o Crist\u00e3 (Nova York: McGraw-Hill, 1961), p.&nbsp;259.<br>3. Peter Beyerhaus e Henry Lefever, The Responsible Church and the Foreign Mission (Grand Rapids, Mich .: Eerdmans, 1964), p.&nbsp;16.<br>4. Donald McGavran, &#8220;A Common Language on Membership, Communicants, Catechumens,&#8221; Church Growth Bulletin (Pasadena, Calif\u00f3rnia: Institute of Church Growth, 1966), vol.&nbsp;II, n\u00ba 4, p\u00e1g.&nbsp;9.<br>5. Beyerhaus e Lefever, op, cit., P.&nbsp;17, 18.<br>6. William Brown, The History of Missions (Philadelphia: McCarty e Davis, 1820), Vol.&nbsp;2 p.&nbsp;204<br>7. Olav Myklebust, &#8220;And International Institute of Scientific Missionary Research&#8221;, Occasional Paper No. 1 (Oslo: Egede Institute, 1951), pp. 10, 11.<br>8. Ibid., P.&nbsp;17.<br>9. Ibidem, p.&nbsp;22.<br>10. Gerald H. Anderson, Christian Mission in Theological Perspective (Nashville: Abingdon Press, 1966), p.&nbsp;262.<br>11. Myklebust, op.&nbsp;cit., pp. 29-31.<\/p>\n\n\n\n<p>\u2014\u2013<\/p>\n\n\n\n<p>Copyright \u00a9 1968 Evangelism and Missions Information Service (EMIS). Traduzido e Adaptado por BrainChurch<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image alignfull size-large\"><a href=\"https:\/\/page.inchurch.com.br\/fale-com-especialista\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><img loading=\"lazy\" width=\"700\" height=\"200\" src=\"https:\/\/inchurch.com.br\/brain\/wp-content\/uploads\/2020\/12\/Banner_Pesquisas.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-345\"\/><\/a><\/figure>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Alguns anos atr\u00e1s, em um encontro de estudantes mission\u00e1rios, um jovem crist\u00e3o americano se levantou para fazer v\u00e1rias perguntas muito profundas ao palestrante mission\u00e1rio sobre algumas das coisas que ele viu no campo durante uma visita \u00e0 \u00c1frica.&nbsp;Os l\u00edderes da reuni\u00e3o se apressaram embara\u00e7osamente para outras quest\u00f5es.&nbsp;Ap\u00f3s a sess\u00e3o, chamaram-no \u00e0 parte para explicar que [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":137,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[6,11,3,4],"tags":[],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v15.4 - 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